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04.07.2018

Financiamento de imóveis novo, usado ou na planta? Qual é melhor?

Todo mundo quando pensa em financiamento de imóveis se pergunta se é melhor financiar um novo, usado ou na planta.

E nós imaginamos que com você não seja muito diferente, não é?

Está pensando em financiar um imóvel e quer saber qual a melhor opção para o seu bolso, então este artigo é para você!

Nele vamos explicar o que é, como funciona e quais as regras de um financiamento de imóveis.

E, claro, vamos responder à dúvida que te trouxe até esse artigo!

Agora, sem mais rodeios, vamos ao texto.

Entenda o financiamento de imóveis em três passos

Muita gente já pensou em fazer um financiamento ou até financiou algum bem, mas nunca entendeu muito bem o que é.

Por isso nós vamos explicar o financiamento imobiliário em três passos.

Passo 1: O que é um financiamento?

O financiamento é uma espécie de empréstimo de dinheiro por parte de um agente financeiro (geralmente um banco) para a compra de um bem específico.

O montante concedido no financiamento é devolvido àquele que emprestou em um número predeterminado de parcelas, às quais é acrescida uma diferença que cobre os gastos do banco, são os famosos juros.

Passo 2: Como funciona um financiamento?

Um financiamento imobiliário costuma seguir uma sequência simples.

Para começar, o futuro comprador faz uma simulação de crédito com o banco.

Em seguida, entrega a documentação solicitada... Aguarda a análise do crédito... Contrata a avaliação do imóvel desejado e, finalmente, assina o contrato de compra.

Os documentos exigidos, de forma geral, são os seguintes:

-  RG;

- CPF;

- Certidão de casamento ou de nascimento;

- Comprovantes de renda dos últimos três meses;

- Última declaração de Imposto de Renda completa; e

- Extrato bancário.

Outros documentos podem ser solicitados a depender da fase do imóvel e das condições impostas pelo agente financeiro.

Quanto ao crédito, é importante saber que, a depender do valor do imóvel, o comprador vai ter sua solicitação operada pelo Sistema Financeiro de Habitação ou Imobiliário - SFH ou SFI.

No SFH, os juros, a quota e os prazos são predeterminados e variam conforme a faixa de preço do imóvel.

Estão enquadrados nessa modalidade os imóveis que custam até R$ 950 mil, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e o Distrito Federal. Nos demais estados o teto é de R$ 800 mil.

No SFI estão os imóveis que custam mais de R$ 950 mil ou R$ 800 mil e as taxas e prazos variam conforme o agente financeiro.

Há também que se considerar as formas de pagamento disponíveis: temos os sistema SAC, Price e Sacre. A diferença entre eles está na variação do valor das parcelas, da amortização e dos juros.

Passo 3: Quais as regras de um financiamento?

O terceiro e último passo que nós sugerimos é conhecer as condições gerais para a realização de um financiamento imobiliário.

Para isso, listamos as principais regras a seguir, acompanhe:

- O valor das parcelas do financiamento imobiliário não podem comprometer mais que 30% da sua renda mensal familiar;

- As parcelas são corrigidas mensalmente conforme variações na inflação;

- O pagamento de um financiamento pode ser feito em até 35 anos, e essa é uma condição que costuma ser combinada em contrato com o agente financeiro;

- Para dar entrada no financiamento, o comprador do imóvel precisa dar um valor de entrada, que costuma corresponder a 20% do valor total do bem.

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Então baixe nosso eBook: O Guia para o Financiamento de Imóveis. Com ele você vai entender tudo sobre financiamento imobiliário.

Agora vamos responder a questão central deste artigo: qual a melhor opção, financiar um imóvel usado, na planta ou novo?

É melhor financiar um imóvel na planta, novo ou usado?

Honestamente, essa é uma pergunta que só você pode responder.

Porque os imóveis em cada uma dessas fases apresentam vantagens e desvantagens, cabe a você observar o que é mais vantajoso de acordo com a sua realidade.

Acompanhe essas as características a seguir.

NA PLANTA

Vantagens:

Quando o assunto é empreendimento na planta, flexibilidade é a palavra-chave.

Isso porque esse tipo de imóvel apresenta maiores possibilidades de negociação com o agente financeiro.

Além da chance de realizar alterações na estrutura sem encarecer a obra: derrubar ou erguer uma parede, ampliar as medidas de um cômodo, trocar um revestimento, etc.

Mas, para isso é necessário consultar a disponibilidade da construtora.

Outra vantagem é que os imóveis nessa fase costumam valorizar em até 20% no final da construção.

Por isso, imóveis na planta são a principal escolha de quem investe no mercado imobiliário.

Outra palavra-chave que define os imóveis na planta é a economia.

Isso porque esse tipo de imóvel costuma ser até 20% mais barato que um imóvel pronto.

E, por serem novos, não solicita de nenhum tipo de reforma, o que significa ainda mais economia.

Sem contar a vantagem de ter toda a parte hidráulica e sistema elétrico novos, sem exigir reparos ou atualizações. Há várias tomadas disponíveis e atualizadas de acordo com as regras de segurança da ABNT.

Imóveis comprados na planta, apresentam garantia média de 5 anos, o que pode proteger o bolso do comprador de arcar com possíveis defeitos encontrados depois da entrega da obra.

Desvantagens:

Quem opta por comprar um imóvel na planta precisa estar ciente de que vai demorar um pouco mais de tempo até morar nele, porque deverá esperar a entrega da obra.

Outro item que deixa os compradores apreensivos são as possíveis surpresas ao receber o imóvel.

E isso acontece porque a construtora pode não entregar tudo o que prometeu na fase de vendas e algumas irregularidades podem ser encontradas.

Para se prevenir disso, escolha bem com qual empresa você vai fechar negócio e ao receber o imóvel faça uma vistoria de obra acompanhado de um profissional, como um arquiteto ou engenheiro.

Outra coisa que é importante saber é que para dar entrada no financiamento, o comprador deve apresentar o memorial descritivo da obra e o contrato com a construtora, além dos documentos que listamos no começo deste artigo.

Você precisa ficar atento a mais duas coisas que dizem respeito ao pagamento das parcelas do financiamento.

A primeira é que ao comprar um imóvel na planta, você paga por duas coisas: pela a obra e pelo financiamento propriamente dito.

As parcelas do próprio financiamento só começam a ser pagas quando a obra termina e é liberado o Habite-se, antes disso, o comprador está ?financiando a construção? com o pagamento de:

- juros;

- taxas administrativas; e

- seguro: para morte ou invalidez permanente (MPI) e danos físicos ao imóvel (DFI).

A segunda  é que quando é liberado o Habite-se, alguns compradores têm dificuldade de pagar as parcelas porque elas costumam estar com um valor maior do que quando foi feita a simulação.

E isso acontece porque elas são corrigidas mensalmente de acordo com o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

Diante disso, a vantagem de pagar mais barato pelo imóvel pode ser anulada se essas taxas pagas durante o período de construção e esse reajuste no valor da parcela não forem calculados inicialmente.

Por isso, fique atendo e coloque tudo numa balança.

NOVO

Vantagens:

Não exige reformas, porque nunca foi habitado e, geralmente, teve as obras concluídas a pouco tempo.

Uma vantagem em relação ao imóvel na planta é poder ir visitar o empreendimento e fazer aquela vistoria antes mesmo de assinar o contrato.

Uma dica para quem investe em imóveis: os imóveis mais jovens, com até 20 anos, têm o preço de revenda maior.

Os apartamentos mais novos costumam ter uma estrutura mais moderna, repleta de itens de lazer, o que compensa a redução no tamanho deles. São exemplos:

- área de convivência;

- salão de jogos;

- varanda gourmet;

- quadra esportiva;

- sistema de segurança moderno e equipado com várias câmeras;

- academia aparelhada;

- até duas vagas de garagem por apartamento, diferente das construções mais antigas que costumam disponibilizar no máximo uma vaga.

Desvantagens:

Se o comprador desejar fazer algum ajuste na planta, ele deverá se responsabilizar pela obra e arcar com todos os custos.

Os imóveis prontos costumam ter o valor de compra maior: 20% a mais que um na planta e 30% a mais que um usado.

O preço de um imóvel novo de dois quartos costuma ser o mesmo de um usado de três quartos, por exemplo.

USADO

Vantagens:

Apartamentos mais antigos têm o metro quadrado mais barato e costumam ser maiores. A diferença costuma ser de 30% em relação a um novo no mesmo padrão.

Nos apartamentos mais antigos, a distância do chão ao teto costuma ser de até três metros, o que gera uma sensação de amplitude.

Enquanto nos novos a altura não passa dos 2,20 metros. A isso é dado o nome de ?pé-direito?.

Os antigos costumam ter paredes e lajes mais espessas, melhorando a acústica ao diminuir o ruído externo.

Desvantagens:

Apartamentos nessa fase não costumam oferecer opções de lazer, ao contrário do que acontece nos novos que têm uma infinidade de opções.

E por falar em estrutura, esses condomínios geralmente não ter garagem e, quando tem, não oferecem mais que uma vaga por apartamento.

Além disso, têm menos tomadas, porque antigamente as casas tinham menos eletrodomésticos.

Outra desvantagem é valor do condomínio que costuma ser mais caro se comparado a um apartamento novo.

Para quem escolhe um usado pensando na economia, não deve esquecer que a depender das condições do imóvel, os custos com reforma e pequenos reparos podem encarecer o imóvel e retardar a entrada nele.

O sistema de tubulações e elétrico desses imóveis costuma ser um problema que exige gastos a mais com a reforma.

Isso porque a tubulação antiga costumava ser de aço galvanizado que costuma corroer. Trocar tudo implica em dor de cabeça e alguns dias sem água.

A decisão é sua!

E agora, dúvidas resolvidas?

Esperamos que com essa informações você consiga decidir qual a melhor opção para o seu orçamento e consiga financiar a casa ou apartamento dos sonhos.

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