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25.05.2018

7 dicas de como sair do aluguel

Se você busca por dicas de como sair do aluguel, veio ao lugar certo!

Temos aqui neste artigo 7 dicas que irão te ajudar a se organizar financeiramente para a compra da sua casa própria.

A quanto tempo você paga aluguel, e qual o valor mensal? Seria maravilhoso se pudesse economizar todo esse dinheiro, não é mesmo?

Mas a partir de agora, não vai ter desculpa para você não fazer isso. Mesmo pagando aluguel, vamos te mostrar qual o caminho para você ter a sua casinha.

Vem com a gente!

Como sair do aluguel?

As dicas que separamos para você vão funcionar como um passo a passo para se organizar financeiramente e se munir de informações para a compra do seu imóvel.

Veja como sair do aluguel com essas 7 dicas:

Dica 1: Se organize financeiramente

Para adquirir um imóvel é importante em primeiro lugar colocar em dias todas as contas e descobrir onde está havendo desperdício.

Nesse momento também é importante avaliar o tamanho das suas dívidas e estipular um prazo para quitá-las, ordenando os pagamentos das dívidas da maior taxa de juros para as menores.

Não espere que o dinheiro sobre, você tem que começar a poupar, se não nunca sairá do aluguel.

Dica 2: Comece a economizar

Essa é a hora de começar a poupar dinheiro de verdade.

Agora com as finanças organizadas você será capaz de prever como irá destinar seu salário.

Faça uma planilha colocando quanto você ganha mensalmente (valor fixo) e quanto você gasta. Em seguida corte as despesas com coisas supérfluas ou que podem ser adiadas.

Não deixe de incluir o valor do seu aluguel, pois para economizar um pouco mais, é possível que você precise reavaliar quanto tem gastado com essa despesa.

O ideal é que você possa guardar cerca de 30% da sua renda todo mês. Desta forma, você já começa a se adaptar com o comprometimento de parte da sua renda.

Pois quando der início ao financiamento, as parcelas irão fazer parte das suas despesas fixas por um bom tempo.

Além de simplesmente separar uma quantia e guardar, você também pode procurar por investimentos seguros e rentáveis como forma de multiplicar esse montante.

Aplicar na poupança nem sempre é a melhor pedida, pois o rendimento costuma ser muito baixo.

Tenha como objetivo poupar no mínimo 20% do valor do imóvel para que seja possível dar entrada no processo de compra.

Dica 3: Avalie as suas necessidades e faça pesquisas

Após analisar qual o tipo de imóvel você deseja ? casa ou apartamento ? e a região da sua preferência, inicie as pesquisas.

Lembre-se de considerar nas pesquisas o acesso que o bairro permite às necessidades do seu dia a dia e o tamanho do imóvel.

A pesquisa do imóvel adequado deve ter como base fatores que, a longo prazo, podem se tornar mais importantes do que um desejo atual.

Não se esqueça de que para iniciar a pesquisa é preciso estipular um valor que caiba no seu orçamento. Dessa forma, você evita frustrações futuras.

Procure diversas alternativas. Compare os preços, conheça a vizinhança e se mantenha atento às condições físicas do imóvel, seja ele novo ou usado.

A pesquisa é umas das etapas mais prazerosas da compra de um imóvel.

Dica 4: Escolha a forma de pagamento

A melhor forma de pagar seria à vista, não é mesmo?

Porém, quitar qualquer imóvel de uma única vez é uma alternativa muito remota para grande parte da população.

Mas a boa notícia é que existem alternativas que diluem o pagamento em parcelas, como o financiamento imobiliário.

Nesse processo, o comprador recorre a uma instituição financiadora, fecha o contrato com ela, dá o valor de entrada do imóvel e inicia o pagamento das parcelas.

Vamos saber mais sobre os financiamentos imobiliários na próxima dica.

Dica 5: Conheça bem os financiamentos

Os tipos de financiamentos para aquisição de imóveis mais utilizados no Brasil, são:

1) Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

O SFH é um tipo de financiamento imobiliário realizado pelo governo federal, que se garante através dos recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A maior parte dos financiamentos imobiliários no Brasil, hoje, são feitos por meio desse sistema, onde o prazo máximo para quitar a dívida é de 35 anos.

2) Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)

Também regido pelo governo federal, esse é um sistema que serve de complemento ao SFH.

Ou seja, os contratos que não cumprirem com as exigências do SFH, serão gerenciados dentro do SFI.

É preciso conhecer bem cada um deles, para saber no final qual corresponde suas necessidades e poder escolher com clareza.

Veja mais sobre os tipos de financiamento em nosso artigo: Descubra qual o melhor tipo de financiamento imobiliário para você.

Dica 6: Use seu FGTS para financiar o imóvel

Você pode utilizar o fundo de garantia para liquidar ou amortizar a sua dívida ou parte do pagamento das prestações do seu financiamento habitacional.

Para que isso seja possível é preciso que o financiamento do imóvel residencial esteja de acordo com as exigências do Sistema de Financiamento Habitacional, o SFH, vigentes à época da assinatura do contrato.

Deixando bem claro: o recurso do FGTS pode ser usado para financiamento realizado em qualquer banco.

Veja o que é preciso para estar apto a compra do imóvel com o FGTS:

1) Ter no mínimo 03 anos de trabalho sob o regime do FGTS. Pode ser em períodos ou empresas diferentes;

2) Não possuir financiamento ativo no SFH, em parte alguma do país;

3) Estar em dia com as prestações do financiamento na data em que solicitar o uso do FGTS;

4) Ser titular ou coobrigado no financiamento que pretende pagar parte do valor das prestações;

5) Não ser possuidor, promitente comprador, proprietário, usufrutuário ou cessionário de outro imóvel residencial urbano, esteja ele concluído ou em construção.

No artigo ?Compra de imóvel com FGTS: as informações que você precisa? você encontra mais informações.

Dica 7: Considere todos os custos do financiamento

É importante considerar todos os custos envolvidos no financiamento do imóvel.

Tenha em mente que sempre há outros custos relacionados à compra do imóvel, como as despesas com escritura, registros, certidões do imóvel, e Imposto de Tramitação de Bens Imóveis (ITBI) cobrado pela prefeitura.

Após considerar todos os custos é possível planejar melhor os gastos e controlar a verba.

Deste modo, mesmo em um período de corte de gastos você não ficará apertado para o pagamento das suas outras despesas.

Pronto para sair do aluguel?

Gostou das dicas? Esperamos que sim, pois temos mais uma coisa para te dizer.

Não vai adiantar muita coisa você garantir todos os recursos necessários para dar início a tramitação da compra do seu imóvel, caso você tenha restrições no seu nome. Ou seja, se estiver com o nome sujo nos serviços de proteção ao crédito.

Antes de pensar em iniciar qualquer negociação, certifique-se de que está com o nome limpo. Caso não esteja, resolva primeiramente essa situação para garantir um investimento tranquilo.

Anotou as dicas? Se não anotou, não tem problema, volta aqui sempre que precisar!

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